Estreia: 07 de janeiro
Sábados às 22 horas
Domingos às 20 horas

Sábados: R$ 50,00
Domingos: R$ 40,00
Classificação: 12 anos
 
 
 
 
 
 

Palco Cia de Teatro Apresenta

A primeira TPM a gente nunca esquece!!!!
O Sucesso continua!
Mais de 270.000 espectadores já viram.
A Broadway Paulistana da Comédia – segundo a Revista Veja SP
Fenômeno de público
Recorde mundial de vendas pela internet

AGORA NO TEATRO SANTO AGOSTINHO!!! AO LADO DO METRÔ VERGUEIRO

CASAL TPM

RELEASE

“Dois seres que enxergam o mundo de forma totalmente diversa, mas que não conseguem viver um sem o outro, enfrentam a rotina do casamento: o dia-a-dia, as traições, decepções, ciúmes, desconfianças, AS CRISES DE TPM - tudo o que desde os tempos das cavernas faz da relação homem-mulher uma bomba-relógio sempre prestes a explodir.”

COMÉDIA

A comédia, fala da relação de “amor e ódio” entre homens e mulheres. “Ele” e “Ela” são um casal com visões diferentes sobre o mundo. A história mostra um retrato bem-humorado do casamento, das traições, das decepções e da rotina de qualquer casal que briga, mas que não consegue viver um sem o outro. Grande sucesso de público no Rio de Janeiro e no Festival de Teatro de Curitiba.

A PROPOSTA

A Comédia “Casal TPM”, com texto de Paula Giannini e direção de Amauri Ernani faz um retrato bem humorado da relação de “amor e ódio” entre homens e mulheres.

Dois seres extremamente diferentes, que enxergam o mundo de uma forma totalmente diversa, mas que não conseguem viver um sem o outro.

O casamento, a rotina, o dia-a-dia, as traições, as decepções, as desconfianças, um retrato da “comédia diária” e da guerra eterna em que vive todo casal que se ama.

O público vai rir muito vendo retratado, no palco, suas próprias vidas: as brigas eternas de casal, as disputas do dia-a-dia, as mentiras, as frustrações sexuais, o romance, a cumplicidade, o ciúme. Tudo, que desde os tempos das cavernas vem transformando a relação homem-mulher em uma bomba-relógio prestes a explodir.


O ESPETÁCULO

“ELE E ELA” SÃO UM TÍPICO CASAL DE CLASSE MÉDIA, COM SUA ROTINA DIÁRIA, SEUS SONHOS E IDEAIS DE FELICIDADE.

ELA se divide entre a rotina de dona de casa e o trabalho. Extremamente vaidosa, tem medo de envelhecer, de parecer mais velha, de ser traída. Ciumenta, fareja possíveis traições do marido em meio a crises de depressão.

ELE ama futebol, detesta as rotinas de domingo na casa dos pais de ELA. Direto, impacienta-se facilmente, coleciona revistas e jornais que nunca lê, nunca sabe onde estão suas coisas e desespera-se ao pensar que ELA esconda ou jogue fora tudo que é seu.

Nesse eterno conflito de personalidades e expectativas quanto à felicidade, o casal tenta desesperadamente “salvar” seu casamento.

O espetáculo conta, ainda, com um divertido questionário, que a platéia poderá responder, apontando diferenças entre homens e mulheres, e, a ETERNA GUERRA DOS SEXOS .

O TEXTO sofre influência de cronistas e de experiências reais colhidas de entrevistas com casais sobre seu dia-a-dia.

A DIREÇÃO, de Amauri Ernani, optou por uma linguagem moderna, levando o público a um certo “estranhamento” das cenas do cotidiano, tendo como forte aliada a SONOPLASTIA, também assinada por Amauri, composta por músicas com temáticas relacionadas ao espetáculo.
O projeto de FIGURINO, do estilista Claudionor Cavalcanti, lança mão do traje de noivos estilizado, com toques versáteis que transformam as roupas, dando-lhes um toque que mescla informal e sofisticado.

A ILUMINAÇÃO, de Adriano Fabrício, empresta um certo tom onírico ao espetáculo, lançando mão de tons cor de rosa para pontuar as cenas.

O projeto de cenário e adereços, de Andreza Crocetti e Valffe Cavalcanti transporta os objetos do cotidiano para molduras nas paredes, fazendo uma alusão à fotografias do dia-a-dia.


A TRAMA

A peça é dividida em 8 quadros , além de um prólogo:

PRÓLOGO – Ciúme ao telefone – ELE recebe uma mensagem fonada e ela quase morre de ciúme.

A GOTA QUE FALTAVA – O casal está prestes a se separar e discute as diferenças entre homens e mulheres, do início do namoro à realidade do casamento.

O FUTEBOL – 1 mês de casados. Domingo, ELE quer ir ao futebol, ELA, almoçar na casa da mãe.

EU E O OUTRO – ELA faz de tudo para chamar a atenção do marido, que tenta desesperadamente assistir a um jogo na TV.

10 MINUTOS – 2 anos de casados. ELE tenta seduzir a mulher, enquanto esta, toda arrumada, prepara um jantar para receber visitas.

DEPRESSÃO – Ao chegar em casa, ELE depara-se com a mulher chorando convulsivamente frente a uma laranja: é uma crise de TPM: Quanto mais ELE tenta acalmá-la, mais enlouquecida ELA fica.

COMO UMA MACACA – 4 anos de casados. O casal brinda a seu 4º aniversário de casamento. O romance, pouco a pouco, transforma-se em uma grande discussão por causa das mazelas do dia-a-dia.

ONDE ESTÁ? – 6 anos de casados. No meio da noite, acordada por inacreditáveis roncos, ELA descobre que o marido não está usando a aliança.

POR UM FIO – 7 anos de casado. ELE vai dar uma volta, ELA, insegura, não o deixa sair, com perguntas intermináveis.

SÓ CAI QUEM VOA – O casal está frente a frente à encruzilhada final. Será que irão se separar? Os dois colocam na balança os 8 anos de casamento.

FICHA TÉCNICA

TEXTO – PAULA GIANNINI

DIREÇÃO – AMAURI ERNANI

ELENCO – PAULA GIANNINI
AMAURI ERNANI

PROJETO DE CENÁRIO – VAL CAVALCANTTI

PRODUÇÃO – PALCO CIA DE TEATRO

FIGURINO – VAL CAVALCANTTI

CENÁRIOS E ADEREÇOS - ANDREZA CROCETTI

ILUMINAÇÃO – ADRIANO FABRÍCIO

TRILHA SONORA – AMAURI ERNANI

DESING GRÁFICO – PAULA GIANNINI

PARTICIPAÇÃO ESPECIAL EM OFF: ANDREZA CROCETTI - EDSON VANZO



SERVIÇO

DE 07/01 a 29/07
Sábados 22 h – Domingos 20 h

TEATRO SANTO AGOSTINHO
RUA APENINOS, 118 – AO LADO DO METRÔ VERGUEIRO
Maiores Informações: (11) 82497839 – 23692280 – (41) 91988809

Ingressos- R$ 50,00 (sábados)
R$ 40,00 (domingos)

E-MAIL
contato@ehoradoshow.com.br
palcoprodeucoes@hotmail.com

Duração 1:15’ - Gênero: COMÉDIA
Classificação Etária: 12 ANOS

O QUE DISSE A CRÍTICA

GUERRA DOS SEXOS TEMPERADA POR HORMÔNIOS - 26.03.2007
VANESSA MARTINS DE SOUZA

Logo nas primeiras cenas de CASAL TPM, da PALCO PRODUÇÕES, DE CURITIBA, me dou conta do porquê essa comédia de costumes vem fazendo tanto sucesso de público no Festival, reproduzindo a mesma repercussão que obteve em sua estréia no Rio de Janeiro. CASAL TPM é um verdadeiro espelho para nossas relações com o sexo oposto. É ultra-contemporânea.

Assistí-la pode ser mais eficaz em nos fazer assumir nossa ridicularidade no cotidiano amoroso que anos de psicoterapia. E se os psicanalistas estão certos, mesmo, quando dizem que, ao começarmos a rir de nossas neuroses estamos no caminho da cura, eis, então, o início dela com CASAL TPM!

Numa época em que nossas relações amorosas, cada vez mais falidas, têm sido discutidas à exaustão pela mídia e pelos livros de auto-ajuda, a temática abordada é vista como o papo da hora. Está na moda falar da relação homem-mulher. Das diferenças irreconciliáveis que distinguem os sexos. E tudo com o aval da ciência, que com seu determinismo biológico empenha-se, a cada dia, em fazer cair por terra anos de discurso feminista em defesa da igualdade entre os sexos. A mídia tem sido pródiga em divulgar notícias de estudos científicos sobre as diferenças hormonais que norteiam o comportamento de machos e fêmeas. A peça, enfim, é muito pop. Tanto que já conta com blog(www.casaltpm.blogspot.com) e comunidade no Orkut - “Casal TPM”- para divulgação, discussão e troca de experiências.

Bem, voltando ao nosso Casal TPM, este é um casal (identificado por “Ele” e Ela”) que dispensa apresentações. É a cara da classe média. “Ele” a-do-ra futebol, de-tes-ta a sogra, nunca sabe onde guarda seus mais preciosos pertences, acha que teatro é coisa de boiola e depois que casou, aprendeu a roncar e a criar barriga. “Ela” também é típica: super-vaidosa, ciumentíssima (paranóica, até), dengosa, chantagista emocional, adepta da famosa D.R. (discutir a relação) e sofre de uma TPM ...da braba! “Huumm... tudo muito clichê...” - torceriam o nariz, os críticos mais exigentes? Sim, é tudo muito clichê.

Evidentemente. Mas fazer o quê? Se casais entediados não costumam ser criativos, mesmo... Na verdade, o texto de Paula Gianini (que também contracena com seu marido, o ator Amauri Ernani) quer é isso: jogar luz por sobre os lugares-comuns do dia-a-dia dos casais. Mas tudo sob uma perspectiva tragicômica, claro . Aí é que está a graça. Os diálogos e cenas nos trazem aquelas situações comezinhas, repetitivas(e hilárias) na rotina dos casais, mas que torram tanto nosso saco, que chegam a virar motivo para divórcio. É o vício dele pelo futebol aos domingos, as crises de ciúme dela, os bate-bocas sem propósito, as infantilidades, a luta pela preservação do romantismo e de uma vida sexual plena...

Amauri Ernani está ótimo, desenvolto, adorável, como um "Ele" cínico, provocador e auto-suficiente. Aliás, do início ao fim, percebe-se que esta é uma visão bem-humorada da supremacia do macho sobre a fêmea, na interminável guerra dos sexos. Terminada a apresentação, consolo-me, porém, ao descobrir que o próximo round pode estar próximo. Ouço Paula Gianini comentar, no hall, com uma das espectadoras (provavelmente, insatisfeita com a vitória dos machos, como eu): "Na próxima, vou escrever a versão para as mulheres". Aguardemos, então.

CURITIBAINTERATIVA: WWW.CURITIBAINTERATIVA.COM.BR - HYPERLINK 24/03/2007

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Um texto que trata com criatividade o cotidiano, o qual diversas pessoas da platéia se identificam ou mesmo lembram parentes e conhecidos que vivem situações parecidas.

Paula Giannini (também autora do texto) interpreta ¨Ela¨. Amauri Ernani, seu marido na vida real, é ¨Ele¨. O nome já é um indício que o texto pode contar histórias muito parecidas com a de qualquer indivíduo presente na sala de espetáculos.

Os atores estabelecem um excelente jogo de diálogos e movimentações no palco; certamente a vida em comum fora dos palcos os ajuda a estabelecer uma relação mais intensa e convincente na peça.

O cenário caracteriza a mudança das cenas e os atores trocam pequenos detalhes dos figurinos, os quais se encontram dependurados em cabides, e se movimentam ...

Os figurinos são funcionais e contribuem para o dinamismo da montagem, pois são práticos e caracterizam com competência as situações vividas pelos personagens.

A luz ora transmite um clima romântico, ora realça o stress das discussões do casal.

A trilha, primorosa, é formada por temas de amor.

A direção aproveitou o talento dos atores para a comédia e explorou gestos e expressões exagerados.

Paula Giannini e Amauri Ernani dividem as suas atividades profissionais entre Curitiba e Rio de Janeiro, alternando a realização de comédias e projetos em que a pesquisa folclórica é o que impulsiona a elaboração das montagens. São atores, diretores, produtores e administram o Teatro Cultura, localizado no centro histórico da capital paranaense e que se destaca na cena teatral curitibana.

Nanda Rovere
http://www.spiner.com.br

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“Paula Giannini com seu timming e carisma diverte a platéia” - Revista Veja SP – Dirceu Alvez





DICA DA REVISTA QUEM


DICA DA REVISTA QUEM
POR CRISTIANE SENNA – PUBLICADA NA INTERNET 12/06/06

SE VOCÊ MORA NO RIO DE JANEIRO E ESTÁ A FIM DE CURTIR MOMENTOS DE DESCONTRAÇÃO JUNTO A SEU AMADO, QUEM ONLINE INDICA A PEÇA CASAL TPM, EM CARTAZ NO TEATRO CÂNDIDO MENDES.

COM TEXTO DE PAULA GIANNINI E DIREÇÃO DE AMAURI ERNANI (AMBOS ESTÃO TAMBÉM NO PALCO), A PEÇA FAZ UM RETRATO BEM-HUMORADO DA RELAÇÃO DE AMOR E ÓDIO VIVIDA PELOS CASAIS MODERNOS.

'ELA E ELE', COMO SÃO CHAMADOS, SÃO EXTREMAMENTE DIFERENTES. ELA SE DIVIDE> ENTRE A ROTINA DE DONA DE CASA E O TRABALHO, É CIUMENTA E MORRE DE MEDO DE SER TRAÍDA. ELE, COMO TODO HOMEM, É APAIXONADO POR FUTEBOL, NUNCA SABEONDE> COLOCA SUAS COISAS E PERDE LOGO A PACIÊNCIA QUANDO SE VÊ OBRIGADO A COMPARECER, RELIGIOSAMENTE, NA CASA DA SOGRA AOS DOMINGOS. NUMA ETERNABRIGA DE PERSONALIDADES, O CASAL TENTA DESESPERADAMENTE SALVAR O CASAMENTO.
Conversamos com Paula Giannini, que nos revelou ser, além de companheirade> palco, esposa de Amauri Ernani. Será que a peça tem algo a ver com a vida> íntima do casal? Confira a entrevista:

 

QUEM Online: Como surgiu a idéia da peça?

Paula Giannini: A peça surgiu a partir da idéia de se abordar o universodos casais modernos. Nós, eu e o Amauri, queríamos atuar há algum tempo juntos em um espetáculo que falasse sobre o amor de uma forma bem-humorada. Casal TPM fala da bomba-relógio que pode tornar o relacionamento de todo casal,> mas de maneira muito divertida, buscando o riso nos conflitos rotineiros.O texto foi construído a partir da minha experiência com relacionamentos amorosos e de pesquisa com outros casais, que chegaram a render algumas cenas.

QUEM Online: As mulheres se identificam com o espetáculo?
Paula: Sim, bastante. Casal TPM fala do conflito entre casais, mas faz também um mergulho bem interessante em várias fases da TPM feminina. Fala de depressão, de euforia, de frustração, de desejos, entre outras coisas. O público sempre nos procura para dar seu depoimento. Muitas mulheres dizem: 'Eu sou assim mesmo...' ou 'Nossa, isso já aconteceu comigo!!!'. Acredito ser esse é ponto forte do trabalho, pois além da identificação direta com a vida cotidiana, mexe com o lado emocional, principalmente dasespectadoras.

QUEM Online: Como é contracenar com seu marido? Isso te inspira para desenvolver o papel dELA?
Paula: Eu e o Amauri contracenamos há nove anos e moramos juntos há oito. Nossa empatia em cena é muito grande e, é claro, os anos de experiêncianos> deixaram cada vez mais afinados. Mas isso não significa que tudo sejafácil. Existem momentos de tensão, quando a intimidade acaba causando conflitos e a relação pessoal acaba se envolvendo no trabalho, afinal, somos um casal 'full time'. Há uma brincadeira na abertura do espetáculo, no qual o casal ELE e ELA> ficam de lado e os intérpretes Paula e Amauri discutem em cena. É muito divertido!

QUEM Online: Em uma parte da peça, o público responde a um questionário sobre as diferenças entre mulheres e homens. Como surgiu essa idéia? Eles gostam?
Paula: O público adora. O questionário é uma brincadeira que tiramos de> testes aplicados em revistas e livros de auto-ajuda. Ao final do questionário, o público soma os pontos e descobre se seu cérebro é feminino, masculino ou uma interseção (meio feminino, meio masculino). As pessoas se divertem muito com seus próprios resultados e com o resultado do teste que também é aplicado a ELE.

QUEM Online: Na sua opinião, todos os casais vivem um eterno conflito de personalidades?
Paula: Acho que sim. Vivemos um tempo onde as expectativas e os ideais de homens e mulheres já não são iguais aos de algumas décadas atrás. Isso gera conflito. Para se viver junto é preciso saber ceder no momento certo, e entender que as prioridades da vida de solteiro vão mudar. Quando se é um casal, nada mais é individual como antes, tudo é em dupla. EU deve se transformar em NÓS, mas sem perder a identidade própria.


http://revistaquem.globo.com/Quem/0,6993,EQG1211837-3428,00.html

 

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